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Pedras de Verdade – Artigos de Roberto C. P. Júnior Artigos de Roberto C. P. Júnior

Doenças

Sobre as atualizações dos dados contidos nesta página, ver "Uma palavra em 2004".

Cada vez mais pessoas, proporcionalmente, ficam doentes a cada dia no mundo. Esse crescimento do número relativo de doentes e o encarecimento das modernas técnicas médicas fez aumentar em muito os gastos com despesas médicas, principalmente nos países desenvolvidos, e mais particularmente nos Estados Unidos da América. Lá, para um crescimento da população de 1,5 vezes entre 1960 e 1990, os gastos com saúde subiram 25,4 vezes. Apesar disso, as pessoas não estão mais saudáveis. Pelo contrário. Adoece-se hoje em dia pelas causas mais variadas e imprevistas, conforme se verá a seguir.

Um dos sinais mais claros do descalabro anímico da humanidade é a proliferação dos males estomacais. A razão disso é que o plexo solar atua como um "receptor" das condições anímicas da pessoa, e como essas condições são geralmente más…

A esse respeito, transcrevo aqui alguns trechos da obra O Livro do Juízo Final, de Roselis von Sass:

"Os sofrimentos aos quais pertencem os vários estados de medo, depressões, neuroses graves ou leves de efeito tão opressor, são transmitidos para o corpo terreno grosso-material através do plexo solar. (…) O plexo solar é o centro nervoso mais importante do sistema nervoso ‘vegetativo’, sendo denominado, com razão, como o elo de ligação entre a alma e o corpo! (…) O plexo solar se encontra anteriormente à aorta e logo abaixo do diafragma. É esse também o motivo de o ser humano sentir todas as reações anímicas, sejam de que espécie forem, primeiramente na região gástrica…"

Nos Estados Unidos, numa pesquisa feita em 1992, o maior motivo para atendimento médico de emergência em casa, de um total de vinte causas catalogadas, foi a ocorrência de problemas estomacais. Os males gástricos ficaram à frente de febre e dores no peito. No Brasil, uma pesquisa realizada pela empresa Rodhia Farma mostrou que a dor de estômago está em terceiro lugar entre as que mais afligem os brasileiros, perdendo apenas para a dor de cabeça e a dor de dente. Fica à frente das dores nas costas, reumáticas, enxaquecas, dores de fraturas, musculares, dores pós-operatórias, lombalgia, cólicas abdominais e menstruais.

Há anos a humanidade vem buscando em vão a saúde perdida. A campanha da Organização Mundial de Saúde (OMS) "Saúde para todos no ano 2000" parece mais utópica do que nunca. Em novembro de 1995 essa organização estimava que cerca de 40% da população mundial – mais de dois bilhões de pessoas – encontravam-se doentes em algum dado momento. Só nos Estados Unidos, a incidência de antigas e novas infecções cresceu 58% de 1987 a 1997.

Em 1976 foi publicado um trabalho que fazia previsões sobre os progressos médicos que ocorreriam nas próximas décadas. O autor imaginava que em 2050 a humanidade teria alcançado a imortalidade (do corpo físico, bem entendido). Idéias assim tão absurdas e ridículas mostram a que ponto chega a imaginação doentia de um cérebro materialista. Não deveriam sequer ser mencionadas, mas, infelizmente, são levadas a sério por um número não pequeno de cientistas e pessoas comuns. Quanto mais afastada das Leis naturais, mais tola e presunçosa se mostra a atuação dos seres humanos na Criação.

Tolo, presunçoso e doente. Este o retrato do ser humano hodierno, afastado do seu Criador.

A humanidade está mais doente a cada dia. Moléstias antigas ressurgem com uma ferocidade jamais vista, enquanto que novas doenças, cada vez mais terríveis, eclodem todos os anos. Vamos examinar em detalhes esses dois grupos básicos.

I) Moléstias antigas

II) Moléstias novas