UMA PALAVRA EM 2004
Este livro foi escrito durante os anos de 1995 e 1997, tendo sido publicado inicialmente em março de 1997. Em 1998 sofreu uma revisão geral, e em 2000 teve revisado o tópico sobre drogas do capítulo 6. Na época da primeira publicação, a Internet era muito incipiente em todo o mundo. Não dispunha do volume de informações que apresenta hoje. Os dados estatísticos apresentados no livro haviam sido coletados principalmente de matérias jornalísticas, almanaques especializados e pesquisas em bibliotecas acadêmicas, e muito pouca coisa da própria Internet.
A situação hoje é completamente diferente. Qualquer estudante secundarista encontra na Rede dados estatísticos muito completos e confiáveis sobre catástrofe da natureza, bem como informações atualizadas sobre todos os assuntos abordados neste livro. Em vista disso, pareceu-me contraproducente atualizar os dados estatísticos apresentados na Parte II – capítulos 3, 4, 5 e 6. O leitor ou pesquisador poderá, com base nos dados existentes, encontrar facilmente na Rede as atualizações que lhe interessam. De mais a mais, não é objetivo desse livro suprir estudantes com informações para trabalhos escolares, e sim mostrar a todos o aceleramento dos efeitos do Juízo Final agora, em sua última fase.
Qualquer um que venha acompanhando os acontecimentos mundiais dos últimos anos, tem de concordar com a afirmação do último parágrafo da Introdução, sobre o incrível acúmulo, sempre crescente, das tragédias e catástrofes que se abatem sobre a humanidade, como efeito recíproco de seu atuar errado de milênios, afastado do Criador e de Suas Leis.
Catástrofes da natureza cada vez mais intensas, guerras cada vez mais terríveis, crimes cada vez mais hediondos, doenças e misérias cada vez mais graves serão os acompanhantes da humanidade agora, em seu último caminho. E, sobretudo, um enorme, um colossal sentimento de medo, que toma conta da alma humana e não permite ser aplacado por nada. O raciocínio ainda pode procurar qualquer explicação apaziguadora para esse horroroso estado de medo anímico, porém o espírito do ser humano já pressente, já sabe com isso que estamos no Juízo Final. E em sua última fase.
O ser humano que quiser se salvar no Juízo precisa se movimentar agora, com todas as forças que lhe restam, no sentido do aperfeiçoamento espiritual. Não há outra possibilidade. Se continuar parado, seu medo se transformará em pavor, diante da certeza da morte espiritual. Mais uma vez, e pela última vez, está em suas próprias mãos escolher o seu destino.
Roberto C. P. Júnior
Outubro de 2004 |